Sobre a inveja

E nesses milhares de testes comportamentais que me perco fazendo na internet (Do tipo, qual é a música dos Beatles que te representa, qual é a cor da sua alma, etc.) eu me deparo com um que tem a seguinte pergunta: “Qual é a característica que você mais detesta em alguém?” E eu pensei, pensei e cheguei a uma conclusão: Inveja.

Inveja é o pior sentimento de todos! Eu simplesmente não consigo entender pessoas invejosas, que quando vêem alguém que conquistou algo que eles desejam passam a humilhar aquela pessoa para se sentir superior (e eu vejo muito isso por aí, e já passei por isso). Não, meu amigo, humilhar alguém não vai te fazer conquistar aquilo que você deseja nem vai te fazer superior (vai no máximo te dar uma sensação momentânea de superioridade)…

Parem com inveja, no lugar de ter esse tipo de comportamento destrutivo (para você e para o outro), se inspire pela pessoa que chegou onde você quer antes de você, fale com ela, pergunte a rotina dela, tente aprender com os erros dela e incorporar os elementos que foram essências para o sucesso dela na sua vida!

Tenho certeza que se você apenas destruir a inveja e a trocar por inspiração com certeza seu 2015 será um ano melhor sem precisar que nenhum ser sobrenatural traga nada para a sua vida.

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Políticas

Normalmente não costumo escrever sobre isso no blog, mas fui postar algo no meu mural do facebook e ele me informou que era demasiado grande para um post de mural, então resolvi escrever por aqui mesmo (e já que viagens pode se abranger ao sentido mais amplo da coisa 😛 )

Me inspirei para escrever o seguinte texto depois de ver essa imagem no facebook na página anarcomiguxos:

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Lá vai o texto:

Normalmente eu não sou contra o capitalismo, ao contrário de muitos não acho que esse seja 100% o mal da humanidade: Não sou alguém tão radical como pode parecer em alguns posts. O que eu sou contra é a esse pessoal coxinha, que não necessariamente é a elite burguesa, que acha que o capitalismo desregrado é o que há. Que não importa o quão rica aquela pessoa seja (mesmo que seja por herança), aquela pessoa não deve ser impedida de alguma maneira de continuar o império só para ela. Que acha que ciclovia é ruim. Que defende morte aos gays ou que mulheres devem ganhar menos.

Essas pessoas se esquecem de muitas coisas, primeiro se esquecem de onde vivemos: Nós somos um país da América Latina, um país que se houver trabalho escravo por companhias que exploram o trabalhador, ninguém vai ligar lá fora (lá na França ou nos EUA não vai sair uma nota por anos) porque será apenas mais uma Índonésia ou mais uma China, mais um país que teremos que trabalhar 60 horas por semana, por isso leis trabalhistas são tão importantes aqui, mesmo que os EUA funcionem sem elas, eles se esquecem que se alguém trabalhar um segundo sem ser pago lá vai sair como absurdo em todos os jornais do mundo durante meses (é só ver quando alguém morre na Bolívia ou na África e alguém morre nos EUA ou na Europa, a diferença que a mídia dá). Esquecem também que temos uma história diferenciada: Essa imagem ilustra porque não há MST nos EUA, por exemplo. E por último se esquecem que a nossa cultura é diferente: por mais que a cultura possa ser mudada, isso não é feito tão rápido quanto se pensa, por exemplo: uma universidade privada nos EUA lucra a partir das pesquisas que desenvolve por isso é importante ter excelência, uma universidade privada brasileira lucra com a quantidade de patricinhas e mauricinhos que conseguirem enfiar numa sala.

Essa imagem me fez fazer este post mais por reflexão própria mesmo. Eu não detesto os EUA como exemplo de país a seguir, eu gosto muito de lá, aliás: o incentivo que eles dão a pesquisa desde cedo é impressionante: não é a toa que é o país com mais ganhadores do Nobel no mundo, por exemplo. Eu gostei muito de todo o contato com tecnologia que tive quando estive lá. Mas temos que ver o que queremos dos EUA para nós e avaliar o que daria certo no nosso contexto. Vender gasolina a centavos de dolar parece que não foi uma decisão muito inteligente, por exemplo, agora eles estão fazendo uma das piores matanças, desequilibrando estados, entre outras coisas no oriente médio graças a isso.

Por fim, quero concluir dizendo: política não é algo fácil, é algo complexo. Não via isso quando entrei no ensino médio, por exemplo, achava que era só dizer “Eu sou de esquerda/direita/totalitario/liberal” e estava ok. Comecei a quão complexo isso é, depois de leituras de diversos livros, visitas a embaixadas, câmera dos deputados, senados (conheci dois, o americano e o brasileiro =P) convesas com diferentes cientistas políticos, entre outras coisas. É errado achar que só porque não existe MST nos EUA que não deveria existir aqui. Devemos analisar o contexto histórico e geográfico para tomar uma decisão política. Fazer politica baseado em alguns livrinhos de romance gringos (já vi gente me recomendando livros como “A revolta de Atlas” ou “A revolução dos bichos” como fonte de inspiração para política) é algo infantil. É claro que podemos nos basear, mas temos que pensar em tudo conectado como um todo.

Reflexões sobre presente, passado e futuro

As vezes eu sou a pessoa mais nostálgica do mundo, fico me lembrando de momentos ótimos que vivi, de momentos felizes. Com certeza eu tive momentos não tão bons, mas não me lembro deles, assim consigo colocar uma leveza maior a vida. Eu me sinto feliz no geral, e acho que vivi uma vida muito feliz até o momento.

Mas também penso no presente, e mais que tudo, eu me sinto feliz por poder recomeçar a cada dia, por ter a cada dia a oportunidade de conhecer pessoas novas, e também deixar no passado as pessoas que me fazem mal. Eu estou muito feliz com meu presente também, e sei que estou construindo o melhor futuro possível.

E mesmo vivendo cada dia, eu não consigo tirar meus olhos do futuro, eu quero tanta coisa, planejo tanta coisa.

Eu não sei o motivo desse post, só fiquei com vontade de escrevê-lo (ficou uma merda, eu sei), mas não sei se esse é o melhor jeito de tratar presente, passado e futuro, mas estou muito feliz dessa forma. Talvez seja a minha maneira.